Novos grupos são vacinados contra a gripe

       A secretaria municipal de Saúde de Francisco Beltrão informa que nesta quarta-feira (09) começou a terceira e última etapa da Campanha de Vacinação contra a Gripe, prosseguindo até o dia 9 de julho. A partir de agora devem se vacinar pessoas com comorbidades, com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, forças de segurança e salvamento, forças armadas, funcionários do sistema de privação de liberdade e população privada de liberdade.

        A vacina está disponível nas unidades de saúde, com exceção das localizadas nos bairros Alvorada, Padre Ulrico, Cantelmo, São Francisco e São Cristóvão. Moradores destes bairros devem se dirigir a outras unidades. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Manoel Brezolin, é muito importante que todos os beneficiados tomem a vacina, já que o objetivo da imunização é prevenir complicações, internações e óbitos.

        Pessoas dos grupos das fases anteriores que ainda não se vacinaram também podem tomar a vacina. São as gestantes, puérperas, crianças de seis meses a cinco anos, trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos ou mais, professores da rede pública e privada e os indígenas. Depois de dois meses de campanha, em Francisco Beltrão o índice de vacinação é bem superior à média estadual e chegou a 58,2%. A maior cobertura está no grupo dos professores, com 64,5% da média, seguido dos idosos, com 60%, gestantes e puéperperas, 57,3%, crianças, 56,4%, e trabalhadores da saúde, 54,1%.

       No Paraná, até o momento, apenas 33,4% do índice foi alcançado. No estado 4,4 milhões de pessoas tem direito a vacina gratuitamente e somente 1.497.202 se vacinaram até agora. Na área da 8ª Regional de Saúde, sediada em Beltrão, o índice é de 46,3%. Foram aplicadas 62.422 doses de uma estimativa de atingir 134.611 pessoas. No estado o grupo prioritário com menor procura pela vacinação até o momento é o de professores da rede pública e privada, com 33,5% de cobertura, seguido pelos idosos, com 40,6%, e trabalhadores da saúde, com 45%. A maior cobertura é da população indígena, que já alcançou 86,8% da meta, seguida das crianças, com 58,9%, e puérperas, com 54,8%.




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